Escola não é depósito

Olá, voltando a escrever depois de um tempo, mas sempre focada no mesmo tema e me adequando nesse mundo...

Ultimamente, percebi mudanças em relação á educação no país, pena que não foi para melhor, e sim um regresso em termos de educação.  Principalmente a educação de berço de casa.  A função da escola não é ensinar a comer, a sentar a mastigar, nosso papel é mostrar o conhecimento, é ampliar os horizontes, trabalhar a bagagem que é trazida de casa, nosso papel é retirar o que existe de melhor dentro da criança do jovem, desenvolver pessoas que sejam capazes de pensar, de debater, formar pessoas críticas. Esse sim é nosso papel nossa árdua tarefa diariamente. Nesses últimos anos (que só em sala de aula são mais de oito anos) percebi que a escola está virando depósito de crianças, principalmente nas escolas que trabalham com educação infantil da rede pública; os pais entendem que a tarefa de cuidar, de ficar com as crianças até depois do horário estabelecido, de ser médica quando a criança vai doente para a escola, o papel de corrigir (alguns chegam a dizer: “pode bater”) o papel de educar mesmo, está repassadas para a escola de uma maneira muito cômoda, muito natural, onde nosso trabalho, nosso papel não é esse.

A educação precisa ser encarada como uma parceria, como uma ação desenvolvida por todos, onde cada um tem o seu papel e suas responsabilidades, se não funcionar como modelo de equipe, que ao menos cada um cumpra a sua tarefa, porque, só que tem a perder são as crianças, os jovens, porque a tarefa está sendo sobrecarregada, não está havendo rendimento; e os prejuízos são desastrosos em um futuro incerto, duvidoso.

A proposta da educação pública é que devemos trabalhar em equipe, onde o objetivo maior seja o conhecimento, encaminhar todos os alunos para o mercado de trabalho, para serem pessoas mais dinâmicas, mais flexíveis. Nosso papel é encaminhar para a vida.

 

 

Suzana Moura



Escrito por Grupo Articulando às 01h57
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UM PROJETO DE BRASIL!!!

UM PROJETO DE BRASIL!!!

Fiquei emocionado ao ver a disposição da juventude para construir um projeto de Brasil durante esses meses no qual encampamos nossas idéias e esforços em torno do Projeto Ciro Presidente, digo a juventude, na sua acepção mais ampla, por avaliar o enorme impacto e aprovação de nossa candidatura entre a juventude brasileira em diversas esferas muito além das partidárias. Mobilizamos a sociedade como um todo e tudo o que se viveu nesse período demonstrou totalmente o contrário do que fomos taxados, anos a fora, como alienados e descomprometidos com a política, pois nós da Juventude do PSB entre outras organizações juvenis, tanto as que queriam Ciro quanto as que querem Dilma, temos dado uma verdadeira lição de compromisso e construção política, pautando no dia a dia propostas, desenvolvendo idéias e discutindo o nosso rumo. 

Por estas e outras é que quero parabenizar a Juventude do PSB, que foi referência neste debate e desde o início respaldou o embate com lado, compromisso e ciente do que era neste momento o melhor para o País. Lutamos para manter o debate da candidatura do companheiro Ciro Gomes à Presidência da República e não a deixamos ser esquecida dentro do partido e fomos além, levamos este debate para fora das esferas partidárias, foi um trabalho árduo, de momentos duros, aonde trabalhamos muito para que esse projeto fosse adiante e foi.

Dentro de nossas convicções e sonhos, fizemos o que era possível para o que acreditávamos ser o melhor nome para dar continuidade ao projeto do Presidente Lula. Infelizmente o partido assim não entendeu e este momento precisa ser encarado com muita reflexão e com uma discussão profunda sobre nosso futuro, o que nós, juventude deste partido, iremos querer para o nosso amanhã, se hoje não temos condições de pautar uma candidatura presidencial por motivos de condições desfavoráveis nos Estados, então precisamos construir caminhos alternativos para termos condições de pautar esse debate autonomamente, construindo um arco de alianças que possibilite nossos projetos. 

Sentimentos se misturaram dentro da juventude em todos os cantos desse nosso país. São comuns a raiva, tristeza, decepção, euforia, expectativa, vontade de ganhar, sentimentos bons e ruins que norteiam nossas emoções. Agora é o momento de colocarmos a cabeça no lugar, com serenidade e o mesmo compromisso que pautamos o debate de Ciro Presidente, estabelecermos uma identidade política sóbria e conectada diretamente ao projeto de continuidade do Governo. Temos o dever de manter o protagonismo dentro desse partido e dos projetos para esse país, nas diversas pautas de juventude. Não é, nunca foi e jamais será hora de baixar a cabeça, temos que continuar lutando por um futuro melhor para esse país e não existe juventude com melhores condições para isso, temos que ter maturidade em entender que se o partido definiu que Dilma é a candidata que melhor acumula atributos para concorrer à Presidência da República cabe a nós lutar juntos por essa vitória que não será nossa e sim do povo brasileiro.

Temos hoje 11 pré-candidatos a governo nos seguintes Estados: Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Espírito Santo, Amazonas, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, São Paulo, Paraíba e Amapá; já ao Senado temos 8 pré-candidatos nos seguintes Estados: Bahia, Ceará, Amapá, Rio Grande do Norte, Maranhão, Distrito Federal, São Paulo e Minas Gerais e uma meta de eleger 40 deputados federais. 

Estes desafios se misturam com os que estão afetos à eleição presidencial, aonde iremos defender as bandeiras conquistadas pela juventude neste governo, que passou pela criação de uma Secretaria de Juventude importante, que constrói nas diversas esferas de governo um debate amplo sobre políticas públicas; o PROUNI; novos postos de emprego; o Pró-jovem que em diversos Estados foi importante para a inclusão de jovens no mercado de trabalho; a construção e o fortalecimento das escolas técnicas; a criação do Conselho de Juventude que por sua condição temática deu pluralidade ao debate tornando possível a compreensão das demandas sociais na área; etc. 

Tudo o que vivemos, apesar de muito importante para o Brasil, ainda é pouco e só uma candidatura comprometida com esse projeto poderá dar continuidade e avançar no debate necessário para a busca de um desenvolvimento sustentável do país. Temos que fazer acontecer em todos os cantos e unirmos força na campanha presidencial, não podemos correr o risco de deixar esse projeto de país que estamos ajudando a construir há quase 8 anos, morra ou pior, retroceda e caia na mão de pessoas que não têm nenhum compromisso com o país e com o nosso povo, muito menos com nossa juventude. 

Nós jovens socialistas precisamos estar juntos em todo país, construindo nossas candidaturas locais e fortalecendo o projeto nacional ao qual o PSB decidiu associar-se. Mesmo sem Ciro, como candidato, mas de posse do seu acumulo como liderança construir um Brasil melhor a cada dia. 

Até a vitória, sempre!

Por: Gabriel Villarim – Representante da JSB no Congresso Nacional   http://jsbdf.blogspot.com



Escrito por Grupo Articulando às 00h12
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